A ficção científica sempre sonhou com o teletransporte de pessoas, mas o que a Ciência acaba de tornar verdade é o teletransporte quântico em redes de filamento. Sim, temos uma verdade prática para dados, pelo menos.
Estamos diante de um marco tecnológico sem precedentes: a Deutsche Telekom (T-Labs) e a startup Qunnect demonstraram com sucesso a transmissão de informações quânticas através de 30 km de cabos de filamento óptica comerciais em Berlim, operando em paralelo com o tráfico de internet convencional.
Utilizando a plataforma Carina da Qunnect, a equipe conseguiu manter uma fidelidade média de 90% na transmissão dos qubits (bits quânticos), com picos de até 95%.
Isso é importante porque pavimenta o caminho para a viabilidade ao integrar tecnologias de ponta em infraestruturas que já possuímos, um passo decisivo para a geração da futura internet quântica.
É necessário desmistificar que não estamos falando de desmaterializar objetos: o processo envolve a transferência do “estado quântico” de uma partícula para outra distante, sem que a partícula física viaje pelo meio.
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A mágica acontece através do entrelaçamento quântico (ou entanglement), onde duas partículas permanecem conectadas independentemente da intervalo.
A plataforma Carina foi fundamental para superar os desafios do mundo real. Redes de filamento enterradas sofrem com vibrações, mudanças de temperatura e ruídos que normalmente destruiriam os frágeis estados quânticos.
O hardware da Qunnect utilizou indemnização ativa de polarização para estabilizar o sinal, operando no comprimento de vaga de 795nm.
A frequência é estratégica, pois é patível com diversos sistemas de computação quântica baseados em átomos neutros e sensores atômicos.
Enquanto a Deutsche Telekom liderava os testes na Alemanha, a Cisco conduzia uma prova similar nos Estados Unidos. Em parceria também com a Qunnect, a gigante de redes conectou data centers em Novidade York, validando que o hardware pode operar em diferentes topologias de rede urbana.
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A Cisco focou no “entanglement swapping” (troca de entrelaçamento), uma técnica vital para estender o alcance dessas redes no porvir.
O executivo da Telekom, Abdu Mudesir, foi enfático sobre o sucesso: “Nossa rede de filamento óptica está pronta para o quantum. Provamos que a informação quântica pode ser transmitida fora de um laboratório, com subida precisão e convivendo com dados regulares”.
Os testes em Berlim e Novidade York superaram desafios uma vez que vibrações e variações de temperatura, mostrando que esta tecnologia pode conviver com o tráfico de dados convencional.
Para o consumidor final, as implicações diretas podem não ser imediatas. No entanto, o sucesso abre caminho para avanços na base da nossa interação do dedo:
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Com o sucesso em ambientes urbanos e a subida fidelidade na transmissão de qubits, a comunidade de tecnologia volta-se agora para as próximas etapas de desenvolvimento e implementação.
O caminho envolve transformar esses testes em redes mais abrangentes. A exibição de detalhes técnicos e do hardware durante a MWC Barcelona, em março de 2026, será um momento importante para a disseminação e padronização da tecnologia.
Espera-se que os esforços se concentrem em:
Expansão da rede: amentar a intervalo e o número de nós conectados, buscando tapulhar áreas metropolitanas mais amplas e, posteriormente, a interconexão de cidades.
Padronização e interoperabilidade: desenvolver protocolos que permitam a notícia entre diferentes equipamentos e plataformas quânticas.
Disponibilização de serviços: a partir de uma infraestrutura sólido, serviços de criptografia quântica poderão ser oferecidos, seguidos pela conectividade de processadores quânticos para computação distribuída.
Com a comprovação da operabilidade em redes comerciais, a notícia quântica segura transita de uma promessa de pesquisa para uma tempo de engenharia e implementação.
Natividade(s): Deutsche Telekom
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